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Unidade 7

Page history last edited by Cristiane 2 years, 10 months ago

 

 

Unidade 7

 

 

 

Avaliação

 

 

Concluindo meu estudo de caso, percebo que ainda há muito a ser feito!

 

Em se tratando da avaliação, nossa escola já adotou o parecer descritivo para todas as turmas, o que acho ótimo.

 

Através do parecer podemos relatar os reais progressos do aluno, bem como, das suas dificuldades.

 

O aluno Marcos*, em particular, é avaliado através de um parecer descritivo, onde existem itens a serem observados específicos a sua turma de Classe Especial.

 

Porém, quanto ao desenvolvimento do trabalho em si, percebo que ainda precisa acontecer uma adaptação maior.

 

Em se tratando de inclusão, Pistóia, nos fala: “Surge, a partir daí, uma relação desestabilizadora na medida que leva a uma mudança nos papéis e responsabilidades entre as partes envolvidas provocando profundas alterações.

 

 

Estas modificações curriculares envolvem, desde o planejamento e avaliação até vivências em que os alunos em situação de desvantagem possam auxiliar e ensinar algo para os outros. Isto é reconhecer que existem formas variadas de estar no mundo, que exigem novos posicionamentos em relação à diferença. Aprender a conviver com a diferença é contribuir para a formação da vida do sujeito.”

 

 

Noto que tendo os casos de inclusão, praticamente isolados numa turma de Classe Especial, onde muitos ficam por vários anos, os alunos em desvantagem todos juntos, perdem essa oportunidade de interagir com os demais no cotidiano da sala de aula.

 

Também, percebo que muitas vezes ocorre a simples intenção de alfabetizá-los tradicionalmente, desconsiderando a interação, a ação.

 

 Pistóia, também, diz que: “Para ensinar a turma toda, deve-se propor atividades abertas, diversificadas, isto é, atividades que possam ser abordadas por diferentes níveis de compreensão e de desempenho dos alunos. Debates, pesquisas, registros escritos, falados, observação e vivências em grupo são alguns processos pedagógicos possíveis nessa perspectiva.” Algo que, pela minha percepção, também não ocorre.

 

Percebo que minha colega, professora do referido aluno tem formação adequada para o exercício da sua atividade nessa turma, porém percebo nela o desencanto de anos de profissão, dos quais os alunos não culpados.

 

Desencanto pelas políticas públicas, pela situação familiar dos alunos, pela gestão pouco democrática, enfim por diversos fatores.

 

Desencanto que eu espero que possa ser subtraído do nosso meio, pois somos parte fundamental pra toda e qualquer mudança na educação.

 

Tinha algumas dúvidas, quanto ao processo de inclusão, porém a partir de tudo o que pudemos aprender, ler, conhecer, através dessa interdisciplina, vejo que é possível e necessário.

 

 

 

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